01 julho, 2016

Sexta...

Hoje trago uma receita leve e de sabor surpreendente, "almôndega" de ricota. Experimente.

Malfatti
Ingredientes:
20 g de manteiga
½ cebola média picada finamente
300 g de ricota 
1 xícara de folhas de manjericão
50 g de parmesão
1 ovo
1 gema
Noz-moscada
2 colheres de chá de suco de limão
Sal
Pimenta do reino branca moída
Farinha de trigo
500 ml de molho de tomate
Preparação:
Em uma tigela, combine a ricota, o manjericão, o parmesão, o ovo e gema batidos, a noz-moscada, sal, pimenta e o suco de limão e misture tudo até alisar.
Agregue aos poucos a farinha de trigo até a massa endurecer um pouco.
Enfarinhe uma superfície e forme as bolinhas de malfatti.
Leve os malfatti ao refrigerador por no mínimo 1 hora.
Após cozinhe-os em água fervente.
Após cozidos, escorra e sirva-os com molho de tomate aquecido.

Obs.: Caso deseje deixar mais nutritivo acrescente espinafre cozido picado às bolinhas de ricota.


Bom final de semana.

30 junho, 2016

29 junho, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

A Lei Rouanet nasceu com ótimas intenções, é uma política de incentivos fiscais que possibilita empresas (pessoas jurídicas) e cidadãos (pessoa física) aplicarem uma parte do IR (imposto de renda) devido em ações culturais.

O percentual disponível é de 6% do IRPF para pessoas físicas e 4% de IRPJ para pessoas jurídicas e deve ser aplicado em projetos culturais.
O problema é que tudo que caiu na mão do PT ele desvirtuou; os projetos deveriam passar por uma comissão de análise de necessidade e veracidade e, após concedidos, acompanhados para verificar a utilização do dinheiro.

Deveriam, pois centenas deles elaborados por apaniguados seguiam celeremente sem nenhuma fiscalização, sendo usados para fins diversos, menos os que se destinavam, uma verdadeira locupletação do dinheiro público.
Sim, dinheiro público, pois origina-se de imposto devido que não é repassado a Receita, um tipo de sonegação velada.

Esta é mais um caso de corrupção descortinado que só vem corroborar a máxima de que a ela se espalhou por todos os meandros governamentais nestes treze anos, no maior assalto aos cofres públicos da história deste país, como gostava de dizer o grande Capo em seu desgoverno.

Assim Caminha a mediocridade...

28 junho, 2016

Águas caudalosas...

Terça...

O País está passando por um período político turbulento que não creio ter havido outro desta proporção, principalmente por ter nascido da corrupção endêmica que alastrou-se pelos meandros governamentais petistas.

A tal pericia solicitada pelos oposicionistas ao impeachment, os famosos apaniguados, iludidos e afins, embora tenha desmistificado as tais pedadas, confirmou a existência de crime de responsabilidade fiscal com a presença de três decretos para créditos suplementares, sem o aval do Congresso.
Como um destes decretos já seria suficiente para gerar o crime, não há mais o que discutir, de nada adianta a presidente afastada, em sua crise de mitomania, espernear, assim o é, sem bem que o choro é livre.

Porém restará o jogo político, movido a muito dinheiro, se não direto, indireto (cargos), para a decisão final do Senado, que será postergada o máximo permitido pela lei.
Deixando o País navegando em águas caudalosas geradas pela interinidade de um governo, é só usar o penso para entender o que estou a escrever.

Assim caminha a mediocridade...

27 junho, 2016

Voto..

Segunda...

Como se avizinha a eleição para alcaide de Elliv Nioj alguns perguntam-me sobre quem seria meu candidato, embora não veja motivo para que tal informação se revele, vamos a ela.
Por enquanto nenhum, porém divulgo em quem não votarei.

O primeiro descartado é o atual alcaide, que apareceu como uma resposta aos desmandos vigentes na administração anterior e comprovou-se ser um grande engodo, um misto de ineficácia, ineficiência e péssima gestão organizacional, tornando-se a pior administração da atual década, rivalizando-se, neste quesito, com uma do século passado, mais precisamente com a de 1888, que similarmente a esta foi pífia, “tragédia anunciada”.

Os segundos são aqueles pertencentes ao PL (Partido dos Laboriosos) e seus aliados, partidos que proporcionaram o maior escárnio aos cofres reais da história de Lisarb, aliás, não votei neles até hoje e continuarei não votando.

A sugestão de dou aos amigos (e aos inimigos) é que não reelejam alcaides, votem em candidatos que ainda não passaram pela administração feudal, vamos oxigenar o poder executivo e se possível, também o legislativo, o seja, mudar até acertar, simples assim...

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade será mera coincidência. 

24 junho, 2016

Sexta...

A receita de hoje vai bem até como prato único, além proporcionar um belo resultado.

Peixe na couve
Ingredientes:
6 folhas de couve
6 filés de badejo ou de linguado
Suco de ½ limão
Sal
Pimenta do reino moída
Coentro
3 colheres de sopa de manteiga
1 cebola média picadinha
1 xícara de farinha de milho flocada
¼ de xícara azeitonas verde e preta picadas
¼ xícara de pimentões vermelho, amarelo e verde picados
3 colheres de sopa de cheiro verde
1 talo de alho-poró finamente picado
4 colheres de sopa de azeite
Preparo:
Tempere os filés com limão, sal, pimenta do reino e coentro. Reserve.
Faça uma farofa com a manteiga, farinha, a cebola, os pimentões, as azeitonas e o cheiro verde. Reserve.
Retire o talo da couve e coloque-a na água fervente por 3 minutos.
Retire e resfrie para cortar o cozimento.
Abra cada filé, recheie com a farofa e enrole como pequenos rocamboles.
Envolva cada filé com a afole de couve como se fosse uma trouxinha. Reserve.
Em uma frigideira, doure as rodelas de alho-poró no azeite.
Forre um pirex com papel de alumínio, deixando bastante sobra dos lados para poder fazer um embrulho.
Disponha as trouxinhas sobre o papel alumínio, regue com o caldo do tempero de limão e cubra com o alho-poró refogado.
Feche o papel alumínio embrulhando bem.
Leve ao forno a 200ºC de por 30 minutos.


Bom final de semana.

22 junho, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Preconizou Rousseau que “Todo poder emana do povo e em seu nome será exercido”, esqueceu-se de escrever “menos no Brasil”.

Se não vejamos, temos várias personagens públicas que a grande maioria da população, aliás, a maioria absoluta, gostaria de ver atrás das grades, que lá não estão por que parte da minoria que os defende está em cargos estratégicos, principalmente no judiciário.

Pior, uma pessoa domina todas as operações desta máfia política, não possui cargo algum, portanto não está protegida pelo asqueroso foro privilegiado e/ou pela desnecessária imunidade parlamentar.
Todas as delações tendem a proteger a dita pessoa, como se todo e qualquer esquema de corrupção nascesse do nada, sem um mentor, sem um “usuário” final.

Já escrevi sito aqui, como uma pessoa que não trabalha a mais de 30 anos pode amealhar tamanha fortuna para si e sua família? Simples, ganhando na loteria (várias vezes), recebendo heranças ou capitaneando o maior esquema corruptivo da história deste país.
A alternativa a ser escolhida é óbvia. Ou não?


Assim caminha a mediocridade...

21 junho, 2016

Cultura?

Terça...

Hoje é no estilo curto e grosso...

Aos poucos se justifica, melhor, entende-se o “amor” com o qual determinados artistas defenderam a manutenção do MinC (Ministério da Cultura), são cerca de oito mil processos da Lei Rouanet disponibilizados aso mesmos sem a menor averiguação do destino do dinheiro, que neste caso representa recusa fiscal. Citarei apenas um dos casos

Usar dinheiro público para aquilo a qual não destinado é crime, é lesar os cofres públicos, neste caso é desviar o montante destinado à arrecadação.
Gastar 1,3 milhões de reais para fazer um blog?
Nem se montasse toda estrutura (servidor, link, etc.).

Se realmente precisa-se de tudo isto para manter um blog estarei “ferrado” quando chegar a conta do meu.

Assim caminha a mediocridade...

20 junho, 2016

Absurdos...

Segunda...

A cada dia que passa o alcaide de Elliv Nioj se supera em crimes administrativos, o mais recente é proibir o médicos de receitarem os remédios em falta, desta forma os mesmos não estarão faltando.
Uma imbecilidade incomensurável e inaceitável é tratar a população como lixo, que uma oposição frouxa deixa barato.

Outro absurdo é a evasão, ou melhor, o desvio do dinheiro que deveria ir para o sistema previdenciário, se o caso ocorresse em uma empresa privada os proprietários já estariam presos, como é com o atual alcaide, que carrega a fama de ótimo administrador nada acontece, fama com a qual não coaduno.

A situação virá com o argumento de que outros alcaides já fizeram o mesmo, ou até pior, seguindo a linha de defesa dos lacaios da rainha deposta, ou seja, se os outros cometeram o crime e escaparam ilesos, o nosso deve se relevado.
Ledo engano; já escrevi sobre isto, crime é crime e assim deve ser tratado, pouco importando o que seja o autor da “proeza”.

Em breve teremos a chance de mudar esta pífia administração feudal, que não passa de um engodo criado para iludir o pobre eleitor, carente de um administrador que REALMENTE importe-se com ele, o que já não acontece há oito anos.

Assim caminha a mediocridade...


PS.: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança será mera coincidência.