29 agosto, 2014

Sexta

A receita de hoje é de origem escocesa, prática e rápida.

Scones
Ingredientes:
2 xícaras de farinha de trigo
4 colheres (chá) de fermento em pó
½ colher (chá) de sal
5 colheres (sopa) de margarina sem sal, gelada
3 ovos 
¾ xícara de creme de leite
140 g de queijo cheddar, ralado grosso
2 ovos mexidos fritos picados
140 g de bacon frito picado
Salsinha e/ou cebolinha à gosto
Pimenta-do-reino à gosto (opcional)
Preparo: 
Pré-aqueça o forno a 230°C.
Unte uma assadeira ou forre-a com papel-manteiga.
Peneire a farinha, o fermento e o sal juntos.
No processador de alimentos (com a lâmina), processe a farinha com a margarina até incorporar completamente.
Bata levemente 2 dos ovos crus e o creme de leite, e acrescente aos ingredientes secos.
Processe apenas até incorporar os ovos à farinha e à margarina.
Não bata demais.
Passe a massa para uma tigela limpa.
Com uma colher, misture o queijo, os ovos mexidos e o bacon à massa. Ela ficará bem mole e pegajosa.
Misture e sove a massa o mínimo possível enquanto distribui uniformemente o queijo, os ovos mexidos e o bacon.
Transfira a massa para uma superfície enfarinhada.
Forme um retângulo de aproximadamente 30 cm por 10 cm, e 2 cm de altura. 
Corte a massa em 3 quadrados de 10 cm.
Corte os quadrados na diagonal, formando seis triângulos.
Coloque os scones na assadeira, deixando um espaço de 2,5 cm entre eles. Bata o ovo restante com 2 colheres (sopa) de água e pincele os scones com esta mistura.
Asse de 10 a 12 minutos, ou até dourar. Retire do forno e sirva morno.
Sugestões de Recheios:
- tomate seco, peccorino e ervas
- peras (ou maçãs) e queijo gorgonzola
- cheddar, maçã e canela
- presunto, queijo prato e azeitonas
- atum, ovos cozidos picadinhos e ervas
linguiça e ervas
- salmão defumado, ricota e dill

Bom final de semana.

27 agosto, 2014

Quarta...

Ontem o Palmeiras completou 100 anos, palmeirense desde criancinha tive a honra de assistir a segunda academias duas vezes em campo, ali, ao “vivão”, a única escalação que sei de cor se salteado, Leão, Eurico, Luís Pereira, Alfredo e Zeca, Dudu, daGuia ( o Divino) e Leivinha, Edu, César Maluco e Nei/Pio, com o Fedato no banco.
Foi em 72 e 73, quando morava em Curitiba e o Couto Pereira era Belfort Duarte, bons tempos.
Passaram-se anos até a grande final do paulista de 93, contra o Corinthians, após ter perdido o primeiro jogo, tudo pronto, TV ligada, pipoca pronta, vai começar o jogo, acaba a energia...
Que decepção, que agonia, há anos tinha aposentado o rádio de pilha e, lógico, que o que ainda restava não funcionou, a agonia continua, o nervosismo aumentou, e nada de a energia voltar.
Quando retorna o jogo havia acabado, com ela a explosão de alegria, o Palmeiras venceu seu arqui-rival, éramos campeões paulistas após 16 anos.

Emoção igual, só na conquista da libertadores, mas ai já é outra história...

26 agosto, 2014

Terça...

Ensino

De modo geral o ensino vem se degradando com o passar do tempo, teorias e mais teorias de ensino são lançadas, maquiadas, copiadas, requintadas, surtem alguns efeitos pontuais, nada além disso.
Muito tem se falado em reformar o ensino, em criação do turno integral, ou, atividades no turno reverso, tudo muito bonito, ideológico e só.
Terei a ousadia de propor um projeto para o ensino médio que prepare o aluno para a vida, incluído ai o vestibular das universidades públicas e o ENEM.
A primeira etapa é preparar os professores para o projeto, tanto técnica como didaticamente, estipular objetivos, metas de aprendizagem. Disponibilizar os melhores recursos pedagógicos e ensinar a usá-los, mantendo-os atualizados.
As turmas deverão ter 35 alunos, com seis aulas diárias de 50 min., o currículo básico do MEC será acrescido de empreendedorismo e mais nada.
O material didático será constituído por livros determinados pelos professores após uma análise criteriosa, ficando bem definidos os currículos das series sequenciais.
Deverá ser exigida pontualidade e frequência, elimina-se a aprovação automática e/ou qualquer outro recurso de “maquiagem” de índices de aprovação, definindo-se claramente os critérios de avaliação, que deverão ser completas, escritas, orais e práticas, visando as principais áreas de aprendizagem.
Sem esquecermos a disciplina, que deve ser exemplar, tanto dos educando quanto dos educadores, fator fundamental para gerar comprometimento.
Sei que não escrevo nenhuma novidade, muitos me chamarão de retrógrado, ou utópico, porém garanto, nem tudo que passou é ruim, muitas vezes funciona bem.

25 agosto, 2014

Segunda...

Elliv Nioj é uma cidade interessante, embora conhecida com a cidade do “biciclos” a maioria dos “bicicleiros” não seguem o código de trânsito, “furam” sinal, andam na contramão, melhor, “furam” sinal na contramão, traduzindo, não têm amor à vida.
Embora o feudo não possua “bicivias” suficientes, sendo que as poucas existentes são “bicifaixas” que não fornecem segurança ao usuário, tornando o trajeto uma aventura, não se justifica o não cumprimento das leis.
Os índices de acidentes fatais não aumentam por atenção dos motoristas e até por proteção divina.
Isto não é privilégio dos “bicicleiros”, os transeuntes também não seguem regras básicas de trânsito, como respeitar os sinais de pedestres ou atravessar na faixa no momento correto.

Já está na hora de iniciarmos uma grande e ampla campanha de educação no trânsito envolvendo motoristas, “bicicleiros”, e transeuntes, no trânsito, assim como na vida, é melhor prevenir que remediar. Ou não?

22 agosto, 2014

Sexta...

Adaptei a receita de hoje as modernidades que dispomos, funcionou.

Batata Rosti
Ingredientes:
6 batatas médias lavadas
1 cebola bem picada
Sal
Pimenta do reino branca moída
200 g de queijo Gruyère ralado
200 g de linguiça tipo Blumenau desmanchada
Azeite
Preparo:
Cozinhe as batatas dentro de um saco plástico (transparente e limpo), com dois furos feitos com a ponta de uma faca, no forno de microondas por 3 min.
Enquanto assam, prepare um recipiente (que caiba as batatas) com água, gelo e um pouco de álcool líquido.
Quando estiverem prontas, retire com cuidado, pois estarão muito quentes, remova o plástico e coloque no recipiente com água, assim contaremos o cozimento. Deixe descansar por 5 min.
Retire da água, seque e coloque no freezer ou no congelador, no freezer 10 min. bastam, no congelador deve ficar de 20 a 30 min.
Descasque-as e rale no ralo grosso, misture a cebola e tempere com sal e pimenta.
Enquanto as batatas descansam no freezer prepare a linguiça para o recheio, fritando-a ligeiramente em uma frigideira antiaderente com um fio de azeite.
Retire a linguiça deixando ao gordura líquida que se formou na frigideira.
Aqueça a frigideira e coloque uma camada de batata, cobrindo todo fundo.
Use o fogo baixo.
Quando começar a dourar distribua a linguiça e o queijo e tampe.
Espere o queijo começar a derreter, cubra com batatas e utilize um prato para virar.
Deixe dourar a “cobertura” de batata, está pronto.
Em uma frigideira média rende de três a quatro “batatas”
Experimente novos recheios, carne seca, camarão, bacalhau, vegetarianos, etc.


Bom final de semana.

20 agosto, 2014

Quarta...

Enquanto no mundo se criam avenidas e vias rápidas perimetrais projetadas para circulação em velocidades em torno de 80 Km/h, incluindo segurança para ciclistas e pedestres, aqui parte-se para uma solução paliativa, a famosa “tapar o Sol com a peneira”, reduzir a velocidade das avenidas e ruas de ligação (os famosos binários) para 50 Km/h, utilizam a justificativa óbvia de que isto reduz o impacto e consequentemente o estrago proporcionado pelo mesmo.
Sem investimentos em equipamentos controladores de velocidade de nada adianta reduzir ou aumentar velocidades, a lei já exige que a velocidade máxima em frente a escolas seja de 30 Km/h, os primeiros que não cumprem são os ônibus coletivos, aliás, nem sinalização há em frente às escolas.
Outros fatores importantes para mobilidade são ciclovias seguras, não ciclofaixas ao lado de canaletas de ônibus e calçadas acessíveis, largas, sem obstáculos, o que está longe da realidade.
É muito bonito buscar técnicos importados, incorpora status ao projeto, porém deixa uma pequena dúvida, eles conhecem nossa realidade? Ou, não temos “técnicos” competentes entre os 12 mil servidores públicos?

Mas como dizem, não sou engenheiro de mobilidade, não posso criticar.

19 agosto, 2014

Terça...

Hoje escreverei sobre dois Zeros que escutei ontem.
Apesar de não ser formado em economia sei fazer contas, escrevo isso por ter visto uma economista dizer que a inflação neste mês é praticamente zero, talvez nos dados fictícios governamentais sim, mas a realidade é bem diferente, mesmo com o preço dos combustíveis "congelados" pelo governo, os preços sobem mês a mês.
Sei que alguns produtos são sazonais, principalmente os Hortifruti, mas os industrializados não, e se alguém duvida é só começar a frequentar os supermercados.
Em outra entrevista assisti um candidato a governador de Santa Catarina afirmar que criará a tarifa zero no transporte coletivo criando uma rateio entre os usuários de outro modais (expressão minha), como por exemplo os usuários de automóveis, uma taxa baseada na COSIP, onde todos pagam pela iluminação pública, que até pode não ser justa, mas todos usam (menos em Joinville que é cobrada e a cidade está as escuras), ou seja, todos pagarmos por um serviço que nem todos usam. Isto me parece socialismo de quinta categoria. 
Sem bem que não há perigo, porque este não se elege.
Muitas teorias utópicas aparecerão durante este período de propaganda eleitoral gratuita (???), caberá ao eleitor ficar ligado e não cair no besteirol.

18 agosto, 2014

Segunda...

A saúde de Elliv Nioj vai “de vento em popa”, hospitais maravilhosos, não faltam médicos nem remédios, está tudo sobre controle, até uma tal “superbactéria” está controlada, com o números de casso aumentando e com duas  mortes confirmadas.
Querem enganar a quem?
Já no item mobilidade urbana vai melhor ainda, enquanto outros feudos próximos, muito menores falam em transportes de massa modernos e outras de mesmo porte investem em avenidas lagar e rápidas, para melhorar o fluxo, desviar o trânsito da região central, aqui se criam binários malucos, uma com via só de ida, criando o “monário”, troando o tráfego lento, talvez baseado em uma sugestão de uma consultoria, que solicita a diminuição da velocidade por segurança, embora os maiores problemas sejam a falta de sinalização, a falta de controladores de velocidade ou até de redutores.
É fácil transferir o ônus para a população, aliás como é prática recorrente.
Assim caminha a mediocridade...


Ps.: Hoje está difícil pesar, o resfriado está forte, mas só pensar...