30 maio, 2016

Eleição...

Segunda...

Tenho acompanhado pelo jornal as opções de candidatos para Alcaide de nosso amado feudo, não são auspiciosas, muito menos alvissareiras, ou seja, Elliv Nioj sofrerá por mais algum tempo, a não ser que suja um fato (candidato) novo , o que duvido.

Senão vejamos, temos como candidatos o atual alcaide, um dos piores que já ocuparam este apetecido cargo, o anterior a ele, que se encaixa no mesmo rol, outro ex-alcaide, este um pouco mais realizador, porém com alguns problemas judiciários, um deputado, e alguns ilustres desconhecidos pertencentes a partidos “nanicos”, legendas de aluguel, coisas do gênero.

Agora, uma coisa é certa, não devemos eleger candidato pertencente, ou aliado, ao partido da Rainha deposta, pois devemos corta este mal (corrupção) pela raiz, sendo que a mudança deve iniciar pela nossa “casa” e ampliar-se gradativamente.

Quanto ao atual alcaide, não deve ser reeleito por diversos motivos, com incompetência, falta de pro-atividade, desrespeito aos servidores, ineficácia, ineficiência e pertencer a uns destes partidos. Simples assim.

Assim caminha a mediocridade...


PS.: Podem ficar tranquilos, não existem prefeitos assim, tão ruins, só em nossa obra virtual.

27 maio, 2016

Brasato...

Sexta...

Um dos modos de preparo mais adequados para carne no inverno é o braseado, chamado na Itália de Brasato, na França de Braisé e nos Estados Unidos de Braised. Eis aqui um belo exemplo.

Brasato com batata
Ingredientes:
1,2 kg de peixinho* em fatias grosas
1 garrafa de  Merlot ou Barolo
2 cenoura picadas
1 cebola picada
2 talos de salsão picados
5 ramos de tomilho
3 ramos de alecrim
1 pedaço de canela em pau
2 unidades de cravo-da-índia
5 dentes de alho picados
Sal e pimenta-do-reino moída
½ xícara de farinha de trigo
1 xícara de azeite extra virgem
40 unidades de batata bolinha
Preparo:
Em uma tigela grande, junte a carne e acrescente o vinho, as cenouras picadas, a cebola, o salsão, o tomilho, o alecrim, a canela, o cravos, 2 dentes de alho picados, sal e pimenta a gosto.
Cubra com filme plástico, leve à geladeira e deixe marinar de um dia para o outro.
Retire os cubos de carne, reservando a marinada.
Passe-os na farinha de trigo retirando o excesso.
Em uma panela, em fogo médio, grelhe a carne em um fio de azeite rapidamente. Reserve.
Retire o tomilho, o alecrim, o cravo e a canela da marinada e faça um sachê caseiro com eles – será preciso gaze e barbante para isso.
Transfira a carne para a panela de pressão.
Adicione a marinada e o sachê e cozinhe por uma hora, contada a partir do momento em que começar a chiar.
Desligue o fogo, espere sair toda a pressão e só então abra. (Se preferir cozinhe em uma panela comum, em fogo médio, por três horas ou até que a carne fique bem macia.)
Retire a carne e coe o caldo, desprezando o sachê. Volte só o caldo ao fogo médio até engrossar.
Prepare a batata
Em uma panela com água fervente, em fogo médio, pré cozinhe a batata por cinco minutos.
Escorra corte-as ao meio e transfira para uma assadeira.
Regue com uma xícara de azeite, salpique alecrim e junte o alho. Misture bem.
Tempere com sal e pimenta.
Leve ao forno preaquecido a 220ºC por 40 minutos ou até a batata ficar macia e dourada, virando-a de vez em quando.

Sirva o brasato com o caldo engrossado, acompanhado da batata.

Bom final de semana.

*Recebe este nome pelo formato aparente de peixe, é o lagarto de braço, uma carne de segunda que rende bons pratos.

25 maio, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Só para variar um pouquinho estão colocando na conta dos professores a “esquerdopatia”, a ponto de discursarem que professor em sala de aula não pode ter liberdade de expressão, só professar sobre sou disciplina. Ledo engano.

Alegam que o mesmo possui plateia cativa, que fica atenta e aceita tudo que lhe é apresentado, desta forma, não possuindo senso crítico.
Isto beira ao absurdo, lógico que não devemos politizar aulas em favor de “A” ou “B”, mas furtar-se a comentar a realidade é omissão.

Uma boa escola não pertence a partido nenhum, pode possuir linhas de pensamentos pedagógicos, mas não proselitismo ideológico político, devendo deixar claro na contratação dos docentes que podem seguir a corrente política que quiserem, porém não misturar com o conteúdo programático.

Até por que, se vais demostrar preferência política partidárias prepara-te para receber críticas imediatas de discentes que confessam em corrente contrária e aceita-las.

Tolher direito de liberdade de expressão é ato de regime totalitário, seja de direita ou esquerda, o que, nos parece, é o que estamos lutando para evitar. Ou não?


Assim caminha a mediocridade...

24 maio, 2016

Pipocada...

Terça...

Embora já tenha discorrido por estas parcas linhas sobre não acreditar em medidas “salvadoras” imediatas, muito menos pelo novo governo provisório, que permanecerá assim até o final do processo de impeachment, esperava mais.

Aliás, não tem sido nada auspicioso, longe disso, comecemos pela montagem dos ministérios, recheado de “notáveis” indiciados, embora reduzido, segue a velha máxima política do é dando que se recebe.
Que é melhor o que estava não resta, até porque não seria difícil ser, mas denota-se falta de atitude, de força.

O exemplo mais recente disto é a criação ou recriação do MinC (Ministério da Cultura), que durante anos teve a grande missão de abrigar apaniguados e favorecer as hordes artísticas bolivarianas.
Ou seja, não aplicou a lei contra arruaceiros, cedeu às suas exigências. Vergonhoso.

Pois bem, como mal feito, feito está, que se realize uma grande auditoria, que todos que receberam dinheiro (fortunas em renúncias fiscais) e não usaram a totalidade dos recursos aos fins destinados que seja abrigados a ressarcir o erário com risco de prisão no caso de não cumprimento.
Simples assim...

Assim caminha a mediocridade...

23 maio, 2016

Inépcia..

Segunda...

O ocaso administrativo que está reinando em nosso feudo é resultado da inépcia dos dois últimos alcaides, crimes de responsabilidade fiscal acontecem com uma frequência avassaladora, com nunca na história deste jovem feudo.
Tornou-se rotina não repassar os recursos obrigatórios legalmente, por exemplo, não depositaram o valor referente a previdência social dos servidores, como se já não bastasse as várias negociações, ou melhor, os acordos a longos prazos das dívidas anteriores.

Caso isso ocorra na iniciativa privada as consequências são duras, ao ponto de poder causar a detenção do principal responsável da empresa.
Portanto, dois pesos e duas medidas, ou a total falta de oposição.

Enquanto isso o IPPUE demonstra sua lógica de mobilidade urbana, modifica todo o trânsito para privilegiar o acesso a um novo empreendimento comercial e não permite estas alterações em frente ao acesso às Escolas, afinal escola só tem aluno, aluno não gera impostos, assim sendo não precisa de proteção.

Assim caminha a mediocridade...

P.S: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

20 maio, 2016

Mangia che te fa bene...

Sexta...

Como nem só de carne vive o homem, temos uma receita vegetariana, que, claro, pode ser acompanhada de um belo assado.

Macarrão cremoso com vagem e amendoim
Ingredientes:
500 gramas de macarrão curto (penne, fusilli, gnochetti)
1 cebola picada
50 ml de azeite de oliva
500 gramas de vagem cortada em pedaços de 3 cm
200 g de iogurte natural
1 colher de sopa de mostarda
500 ml de creme de leite fresco
Suco de ½ limão Taiti
100 gramas de amendoim sem casca, torrado e picado
1 colher de sopa de casca de limão ralada
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
Preparo:
Refogue a cebola no azeite até ficar macia.
Junte a vagem e tampe a panela, mexendo de vez em quando, durante aproximadamente 15 minutos. Reserve.
Em um recipiente misture o iogurte, a mostarda, o creme de leite, o suco de limão e a pimenta do reino.
Adicione a vagem cozida e misture bem.
Cozinhe a massa (de acordo com a embalagem) até que fique "al dente".
Misture ao molho de iogurte, acrescente o amendoim e a casca de limão, misture e sirva em seguida.


Bom final de semana.

18 maio, 2016

Pingos sem is..

Quarta...

Vivemos uma situação que não havia acontecido na história do Brasil, um Presidente em exercício, ou seja, o Temer está presidente, mas ainda não o é.
Isto causa uma situação interessante, por mais que o Presidente deseje tomar decisões estratégicas, principalmente nas áreas econômica e trabalhista, trabalhará com o freio de mão puxado, pois, embora a chance seja mínima, o quadro pode ser revertido, para infortúnio geral da nação.
Além de gerar um custo absurdo a nação, pois continuamos sustentando com mordomias descabidas a presidente afastada.

Portanto, fica-se na dependência do processo final do Senado, que tem até setembro para a tomada de decisão, que para o bem do país deve ser tomada com a celeridade possível, sem pular nenhuma fase, porém exercendo-as no menor tempo possível, mesmo com os “lulopetistas” promovendo ações de procrastinação.

Assim sendo, nada está resolvido, devemos ficar alerta aos próximos movimentos, pois são ardilosos e não estão dispostos a “largar o osso”, farão de tudo para tumultuar e plantar mentiras e calúnias, pois é o que fizeram em 13anos no poder.


Assim caminha a mediocridade...

17 maio, 2016

EIV...

Terça...

Existe um instrumento urbano derivado do Estatuto das Cidades que é o EIV (estudo de Impacto de Vizinhança), que tem por finalidade contemplar os efeitos do empreendimento ou atividade quanto à qualidade de vida da população residente na área e suas proximidades.

É um instrumento que visa atenuar os conflitos de uso e ocupação do solo, criando uma possibilidade de intermediação entre os interesses dos empreendedores urbanos e a população diretamente impactada, de modo a resguardar à qualidade de vida da comunidade.

Porém, a aplicação desse instrumento não é automática, é necessária uma lei municipal que determine os critérios para a sua aplicação e os empreendimentos passíveis de sua aplicação.
Já está regulamentado em Joinville sendo exigido em diversas obras, o que não está errado.

Trago uma sugestão de aplicação deste estudo em obras viárias, principalmente nas alterações drásticas, como a que ocorreu em frente ao Mercado Municipal, uma mudança “tosca” que alterou a mobilidade, e porque não dizer, a vida, de inúmeros moradores da região, sem esquecermo-nos do prejuízo ao aceso do próprio Mercado.

Portanto, deixo aqui a sugestão aos nobres Edis locais que serve para qualquer cidade, criem uma lei exigindo EIV das alterações de trânsito do IPPJ, que são feitas a bel prazer, sem nem uma audiência pública ao menos, demonstrando o total desinteresse pela população, tudo em pró de um pseudo transporte público, que de público não tem nada, pois nem licitação de concessão é feita, além de ser caro, ineficaz, ineficiente e ultrapassado.


Assim caminha a mediocridade...