03 julho, 2015

Sexta...

A receita de hoje traz um ingrediente versátil, pois “navega” entre receitas salgadas e doces com facilidade.

Abóbora gratinada
Ingredientes:
1 kg de abóbora 
300 g de creme de leite
100 g de grana padano ou parmesão ralado 
Folhas de sálvia 
Noz moscada a gosto 
Sal 
Azeite extravirgem
Margarina para untar
Preparo:
Descasque a abóbora, tire as sementes e corte em cubos não muito pequenos.
Cozinhe em uma panela com água e sal por 5 minutos, escorra e reserve.
Em uma tigela misture a abobora com o creme de leite, a metade do queijo ralado, a noz moscada e algumas folhas de sálvia picada, acerte de sal e azeite.
Unte uma forma e acomode a mistura em seu interior, polvilhe o restante do queijo ralado, leve para gratinar por 15 minutos a 180ºC.
Esse prato pode ser servido frio ou quente acompanhado de peixe ou carne.

PS.: Pode ser acrescentado gorgonzola, brie ou outro queijo de sua preferência e/ou bacon em cubos frito.

Bom final de semana.

02 julho, 2015

01 julho, 2015

Esperança

Quarta...

Acordamos, abrimos a cortina e observamos o belo dia de hoje e pensamos “que realmente tenhamos um belo dia”, até escutarmos as primeiras notícias, apoiados em uma minoria, sim minoria, 15% é minoria absoluta, os nobres deputados consideraram que um adolescente pode matar, estuprar, torturar, sequestrar e continuaram impunes.
Pensamos, passemos para as notícias locais, quem sabe melhore, só que não, verificamos que continuam a brincar de administrar Joinville, adiamentos de obras, medidas estapafúrdias na (i)mobilidade urbana, polícia solicitando (estou sedo simpático) aos donos de bares e afins que cuidem dos seu “bêbados”, etc., algo surreal.

Após notícias tão animadoras alguns podem pensar “foi-se o dia”, ledo engano, nosso dia será bom, mesmo que muitos lutem contra, não desanimaremos, um dia esta tempestade de incompetência há de passar, começado por 2016, onde teremos a chance de recolocar Joinville na rota do progresso. Não a percamos.

30 junho, 2015

Reset

Terça...

Na noite de ontem participei de um evento empresarial onde, para variar, houve diversos discursos, muitos deles inflamados, se não na potência vocal, mas no conteúdo, algo do tipo, o que o público local gosta de ouvir.
O que, na verdade, não está errado, porém gostaria que realizassem um terço do que falam, discursar é fácil (para alguns), assim como escrever, agora fazer é o que complica.
Porém sou forçado, em um ponto, a concordar com o Governador, não se trata de trocar pessoas, a reforma tem que ser muito maior, trocar o sistema que está aí, principalmente o político, faliu; esta política de clientelismo que impregnou o país nos últimos 12 anos, típica dos regimes socialistas para manter-se no poder, precisa ser banida.
Levou o Brasil há um nível de corrupção jamais visto, que por sua vez, levou a sistema que visa coibi-la, que trava a administração, principalmente as de pouca competência, que na verdade só visa, pois nota-se que atrapalha, mas não evita, aliás, está longe disso. Ou não?

Portanto, precisamos repensar o Brasil, como já escrevi, está na hora de um reset, antes que aconteça um shutdown. Simples assim.

29 junho, 2015

Segunda...

Elliv Nioj, assim como outros feudos, passa por uma crise de obviedade, a mais recente é projeto dos nobres Edis para exigir diploma de curso superior para alguns cargos de comissionados, o nome simpático para cargos que abrigam apaniguados políticos, ou não.
A solução é simples, se o referido cargo possui similar concursado deve ser preenchido pelos mesmos critérios solicitados no concurso, inclusive com isonomia salarial, caso não ocorra similaridade, exigir cursos superiores ou técnicos tem possuam relação direta com o curso escolhido, até porque isto visa qualidade, ou melhor, a qualificação do serviço.
Que se não é, deveria ser o principal objetivo do tal projeto.
Embora saibamos que objetividade e obviedade não sejam características dos atuais Edis, muito menos do atual alcaide.

Assim caminha a mediocridade...

26 junho, 2015

Sexta...

Trago uma receita (adaptada) das Astúrias, creio que o Jordi a conheça.

Fabada asturiana
Ingredientes:
700 g de feijão branco
1 linguiça de pernil
½ chouriço preto
200 g de bacon em cubos
1 cebola
1 folha de louro
1 dente de alho
2 tomates picados sem pele
2 cenouras médias cortadas em rodelas
1 copo de vinho branco
500 ml de água
1 cubo de caldo de carne
Molho de pimenta vermelha a gosto
Preparo:
Corte o chouriço preto em rodelas.
Coloque em uma panela antiaderente e frite até liberar a gordura.
Acrescente a cebola, o alho picado, a pimenta e a folha de louro.
Deixe refogar até dourar a cebola.
Acrescente a linguiça cortada em pedaços grandes, o bacon e o tomate.
Deixe apurar de 5 a 10 minutos.
Adicione as cenouras, o feijão, o caldo de carne e a água.
Deixe cozinhar até o feijão ficar macio.
Sirva com arroz branco.


Bom final de semana.

24 junho, 2015

Quarta...

Intolerância: é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças em crenças e opiniões. Num sentido político e social, é a ausência de disposição para aceitar pessoas com pontos-de-vista diferentes.”

Torno este conceito à tona por pensar que a intolerância a tudo que não é considerando politicamente correto está exacerbada, tudo ofende, magoa, avilta, denigre etc.
A vida não é e não será perfeita, do jeito que certas pessoas reagem torna-se “perigosa” e chata, tudo é motivo de revolta, até o último verbo (v.t.d.) do parágrafo acima gera enormes polêmicas.
Ofensas são propaladas de maneira vil contra quem ousa, mesmo que sem intenção, contrariar os dogmas desta turma, chega-se ao cúmulo de poder ser processado por manifestar-se contra alguma disposição a favor de uma, ou mais, classe, mesmo que a tal disposição seja inconstitucional.
A intolerância leva ao radicalismo, e desculpem-me, mas para mim, todo radical tem algo mal resolvido na vida, podem procurar que aparece.

Porém é melhor parar por aqui, pois assim como declarou o Tite (técnico do Corinthians), se “falar” tudo que penso serei processado.

23 junho, 2015

Terça...

É incrível como tem gente que gosta de achar pelo em ovo, ou politicamento correto está chato demais. É melhor parar por aqui.



22 junho, 2015

Segunda...

Continuamos com a saga de Elliv Nioj (já foi até clonada), hoje voltamos ao tema no qual o feudo é exemplar: Saúde.
Como sabemos, paciência é uma virtude que precisa ser exercitada continuamente para chegarmos próximos ao ideal. Cientes disto, os responsáveis pelos tratamentos preventivos e curativos anexaram o tratamento “Zen”.
Costumam deixar o paciente esperando por horas, mesmo quando só há ele para atender, desta forma testam até onde vai a paciência do dito cujo, caso ele reclame, acusam-no de “zen” paciência, de perturbar a ordem pública por não saber esperar, depois investigam a vida de tal pessoa para demonstrar que ela não era digna de receber atenção por atitudes passadas.
Ou seja, a universalidade da saúde, contida na constituição real, é jogada solenemente no lixo.
Apesar de estarmos no século XXI, a administração feudal está no século XIX; e o alcaide ainda tem a coragem de se recandidatar.
Assim caminha a mediocridade...


Obs.: Trata-se de um feudo virtual, qualquer semelhança com alguma cidade real é mera coincidência.